quinta-feira, 7 de julho de 2011

CORCEL

No cortejo dos meus prazeres
Um guerreiro acalma o frenesi que na insatisfeita tarde
A cama desfaz com oníricas imagens
De deuses nus e mitológicos heróis há tanto mortos
Dentro dos livros e da minha libido inquieta.

Leva-me aos picos nevados, onde mais alto não há
Corcel todo fogo e asas, no trote febril da insana escolha
Pela qual duelei no afã de conquistar.

Tela de Andre Durand  (1947)
Pintor Canadense.
PEGASUS - 1995

Teresinha de Oliveira

3 comentários:

Alicia disse...

Muito de nada?

Que delícia de nada em poema.

JasonJr. disse...

Que não sabe pergunta!
Essa é a regra muler! :D

Tipo uma "conexão sem fio"

Conexão wirelles.

Liliane disse...

Fértil inspiração de quem, para amar, tem a mente tão aberta...
Mas, calma, observe, o alado apenas reage ao insensível guerreiro que, com a perna direita, o aperta ...